terça-feira, 1 de maio de 2012

The Memphis Horns - What The Funk RARE GROUP FUNK 1977


Enoch Light - Aquarius


Assa'd Khoury - Al Ghaba (1978)


Ennio Morricone - La Bambola


Alan Parker - Frozen Steam [1977]


Hiroshi Suzuki - Cat


Harlem Underground Band - Smokin' Cheeba Cheeba


freedom power


- Nigerian Knights


Mary Lou Williams - Ode to Saint Cecile


Henri Texier - Terre-Basse


Hugh Hopper - Morning Order


Minako Yoshida - Tornado


NOel POInTER



Les Baxter - The Left Arm of Buddha


Martha Bass - Walk With Me


Ike Turner & The Family Vibes - La Vamp


Cymande - Changes


Urszula Dudziak - Quiet Afternoon


Mladen Franko - Waves


Alessandro Alessandroni & Nora Orlandi - Caressing


Ronnie Price - Hedgehog


Wapassou - Châtiment


Poss Miyazaki - Love Song of Kalua


Wolfgang Schlüter Combo - Sun Up


Louis Clark


Frank Hunter & his Orchestra - Strange Echoes


Golden Avatar - Seers of the Truth



Sue Barker - Love to the People


Enrico Simonetti - Drugs Theme


Camille Yarbrough - Take Yo' Praise


The Psycheground Group - Easy


Doug Lucas - One for You


Ken Nordine - Black


Luigi Lopez - Spleen


Babygravy - Snobriety alta


Ryo Fukui - Early Summer


Irene Reid - Didn't We ...


Michel Lorin et son ensemble - Douceur tropicale


Americo Bellotto - Berimbau [1973]



Nino Ferrer - Looking for You


Wanda Robinson - Good Things Come [1971]


"Because They Envy Us" by Wanda Robinson


Funk Factory - Rien ne va plus 1975


FUNK FACTORY


Tony Allen- Afro Disco Beat


Marijata - Heavy Afro Funk, Afrobeat - Break Through - 1976


Curtis Mayfield - If There's a Hell Below We're All Going to Go

                                                                    MISTER FUNK 

UFO - Come Away Melinda

Talvez nos seus olhos me encontrei
Perdido nas ruas, em um papel em branco


Menino do Rio Caetano Veloso

O BOTO 


A LENDA 

Na mitologia Amazônica, encontramos o Boto Rosa, que tem o poder de emergir das águas do rio a noite, e se transformar num belo homem, para seduzir as muheres que se sentem atraídas pelo seu estranho fascínio. Apresenta-se sempre de terno branco e traz na cabeça um chapéu também branco para ocultar os orifícios que estão em sua cabeça e pelos quais respira. A inexistência no Brasil de dados mais concretos até o século XVIII, faz supor que a lenda seja de origem branca e mestiça, com projeções nas culturas indígenas e ribeirinhas. 

A lenda do boto é no mínimo interessante. Ela está ligada aos ribeirinhos, às festas juninas, aos bailes caseiros e populares, quando então, todos se encontram para as festividades e as moças colocam seus trajes mais bonitos, se enfeitam e aproveitam para namorar enquanto seus pais conversam distraídos e alheios a tudo. 
Nessas noites, geralmente de luar, o Boto aparece em forma de um homem alto, bonito, com um chapelão na cabeça e todo vestido de branco. Gentil e cavalheiro, todas as moças ficam encantadas e se deixam levar por sua beleza. E ele então, escolhe a mais bonita e a leva para a praia ou a beira do rio. E ali, tece e acontece, e o amor vinga de uma maneira, simples e direta, mas cheia de encanto e magia. Só que depois, some e nunca mais é visto pelas redondezas, e a garota carrega no ventre o fruto de uma noite de encantamento sem no entanto mostrar-se arrependida do ato consumado. Dizem que geralmente nasce um menino, o filho do Boto. 

Liberdade