Nas alturas de uma pilastra de corpos, me senti forte, poderoso, o rei dos espelhos, o liberto pra respirar alem da fumaça cinza, dancei socinho, troquei idéias com a solidão do altar, a senhora do relógio, mandei enforcar aqueles que si abraçavam na sarjeta, mi sobrepus a minha própria felicidade, fui eu um freio das cores, e mi enchia de luz, uma independente luz, sem calor algum, Branco vazio, e os acúmulos de ciranda encostado no canto, e a armadura sobre a pele, refletindo toda canção para os olhos fechados.
Autor: Henrique flores
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